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Escrevo

escrevo ampp

 

escrevo.
escrevo as linhas do silêncio.
mas os pulsos estão secos, ressequidos pelo desejo da pauta de outrora.
o amor caiu e só o corpo é confissão aberta, em relativa existência,
almejando o ardor da sombra que consome os resquícios da memória.

terrena?
terrena é a realidade dos braços, a fronteira que previne a tentação do preto,
repensando o vestir do hábito.
já terna é a orla das faúlhas, o percurso da chama na pele,
rastilho das ilusões.

escrevo.
escrevo o reconhecimento da melodia, os poros que rasgam as notas.
mas as bocas são horas infecundas de limites que vergam a ausência da esperança.
já ninguém semeia ou colhe as brisas vespertinas.

e eu escrevo.
escrevo o trilho do pó, as cinzas dos lábios.

in Antologia da Moderna Poética Portuguesa (página 281)


depois da pátria


Greece Naxos Apollon Temple, originally uploaded by j0rune.

 

depois da pátria é o futuro porque pátria foi o que concedemos
a terceiros que nos representam, esquecendo-se donde vieram.
mas até o futuro pode ser questionado
se os comportamentos não mudam.

e os rostos continuarão a perder a face da vergonha,
livremente, em plena vontade,
felizes pela ascensão às migalhas do domínio.

como se não houvesse subjugados,
reina a ilusão da permanência.
todos somos serventes,
ó companheiros do infortúnio.

é necessário abater os pedestais
para que o espanto não padeça mudo!

(13 de Maio de 2011)


Ó Moral

 

Ó moral,
que as amarras à ética
no correr dos tempos perdeste,
foste tu que te corrompeste
ou o criador quem te corrompeu?

E a lição que sempre prometeste?
Será que chegou a ser o que pretendeste
ou foste prática que, desde o inicio, em vão prometeu?

in Homens, Deuses e o Universo


Amapolas


Amapolas, originally uploaded by ·GeorG·.
 
 

a inevitabilidade da crença deve conduzir ao rasgar da fé.
nada é perfeito, nada fica incólume após o toque humano.
e sente-se a raiz do choro,
cujo advento faz a proclamação do trilho terreno,
que alimenta a condição mortal.

nos momentos em que os halos vermelhos se erguem
para a redenção,
existência acontece pelo verter das lágrimas
que sucumbem às echarpes em luz solar.

talvez a ilusão seja uma necessidade?
mas, apenas o sonho é seguido,
apenas o sonho propícia a expiação.

ser ou dever ser,
é a constante do diálogo.

que produz as cores do horizonte.

 


Pensamentos


Shower of stars…, originally uploaded by smile-ik.

 

Aqui escrevo
e os pensamentos liberto.

Em vão!
No papel branco
não resistem.

Persistem,
nesta imensidão,
frágeis e difusos.

Sem nenhum rumo,
orientam-se.
Sem qualquer prumo,
sustentam-se.

Subsistem,
porque originados na mente.
Transpostos,
permanecem incorpóreos
no rasto das utopias.

Tudo é incerto.
E eles são,
no vazio,
fátuos.

No entanto,
transmitem
uma sensação de beleza.
Ágeis,
mistificam-nos!
Confusos,
identificam-nos!

Assim …

Traços!
Soltos!
Na mais plena incerteza.

 

in Espelhos e outras Faces


Membranas

Membrane

metamorfoses inconstantes evoluem nas (r)evoluções
das maçãs. pobre Newton! no caminho do ínfimo, a
mecânica produziu incerteza. nenhuma esfera de vidro
resistiu! só há inércia nos estilhaços de rubis translúcidos.

o retorno apenas é possível pela alquimia dos sentidos,
pela busca do elo dos multi-Versos interiores. quais
cascatas verdes? sustenta-te nas terras das águas azuis.
não te esqueças que as estrelas são corpetes de jóias lilases.

animal político? por isso não existe lei sem paixão! já
tentaste Estagira? fazes bem! de qualquer maneira não
é inteiramente redutor. pensa na alternativa, a Cidade
do Sol, e reparte-te no espírito da entidade cósmica.

qual a velocidade para se viajar entre galáxias? simples.
terá que ser geometricamente proporcional à distancia a
percorrer. no entanto, nada se afasta. é o espaço que se
expande! e aí chegarás ao pensamento do coração branco.

vês agora porque sigo golfinhos às quintas e as nebulosas
laranjas pela manhã? são a chave para a vibração pulsante
nos perfumes dos oceanos astrais. ou física em poeiras! no
acelerador de probabilidades internas dum orbe carecido.

que hei-de fazer? gosto de gatos siameses! principalmente,
em buracos de par nove. são mais resistentes. e meigos.

mas nunca abandonarei o imaginário vivo dos teus verbos.

 

in Interlúdios da Certeza


… e Outras Faces


unfolding the rose, originally uploaded by hkvam.

 

Sou como Sou!

 

Os outros,
                           são como são.

 

E nunca como eu gostaria que fossem.

 

in Espelhos e Outras Faces


Espelhos …

 

Ditas,
sentidas
ou escritas,

                  as palavras reflectem o homem.

 

in Espelhos e Outras Faces


De um livro personagem

 

 

Surgias numa mensagem
do coração.

Desejei-te!
Como uma visão,
nas palavras, vislumbrei-te.

Eras, de um livro personagem.

Com ternura,
na memória,
alimentei-te.
Pura.
Sempre na esperança
que uma lembrança,
um dia,
                passasses a ser
e que uma fantasia,
uma noite,
                       deixasses de ser.

Reforçado pela oração,
algo me fazia crer
que essa magia
pudesse acontecer.

Permaneceste aparição.
Apenas num momento fátuo,
                                                           etérea.

Nós os dois, um duo?
Não viria a ocorrer.

Continuavas, de um livro personagem.

O meu ser, enchias.
Mas, a minha alma
com o vazio preenchias.

Hesitei
e perdi a coragem.
Agora sei,
que nunca te abraçarei.

Ficaste, de um livro personagem.

 

in √81 = IX ?


Dia de Aniversário!

 
shower of light, originally uploaded by Dan65.

.

Hoje é ponto de passagem,
entre o vir e ir que se sucede.
É dia de festejar!

Relembro o passado.
E neste escrito presente
ouso pensar no futuro.
Será que alguém saberá?
Será que algum dia importará?

Para o caso do acaso ocorrer,
aqui vai o que vai acontecer:

Estou consciente que serei
quando já não for.
Breves momentos terei.
Meros instantes de torpor.

A escrita deu som ao meu grito
neste mundo de paredes
que, persistentemente, não escutaram.

Desbravei paisagens na tinta
derramada inconscientemente.
Tristeza? Nenhuma. Nem pinta!

Avivar folhas era o meu rito.
Era como um tecer redes.
Infelizmente, pouco alcançaram!

No entanto, este verbo não foi ilusão.
Era tudo. Plena concretização!
Foi o descrever das visões
deste universo de sensações.

Fica por aqui esta mensagem.
Hoje é dia de aniversário.
Assinalado no calendário!

Os chuveiros de luz aguardam.
Balançam serenamente entre os espaços
que fazem as folhas e os ramos.

Vou tomar banho!
É assim que quero celebrar.

in Interlúdios da Certeza


Conceito

 

poesia,

é sentir um desejo impossível de conter.
é transmitir o que à alma se vai beber.
é repartir o meu e o teu viver.
é expandir o interminável a um só pertencer.

é unir o divino ao ser.

é, simplesmente,
agradecer

um suspiro nas lágrimas do tempo.


Convicção

 
 the healing of soul mind body., originally uploaded by shaman..

 

De todas as constantes do universo,
aquela que mais me agrada
é a evolução.

E, de todas as formas possíveis
para a sua aplicação,
a mais bonita
é o conhecimento.

O conhecimento não é estático.

É um processo.
É renovação.

Pode, às vezes, estar incerto,
mas nem isso faz com que não seja inovação.

Sou um convicto socrático!

Afirmo-o de todo o coração.
É isso que faz de mim um ser decidido.
E, simultaneamente,
um espírito permanentemente
                                                           em evolução.

É inegável!
Todo e qualquer aumento
de conhecimento
é uma dádiva de valor incomensurável.

 

in Espelhos e outras Faces


Paranóia


The Real Deal!, originally uploaded by ming mong.

 

a potência da impossibilidade faz-se sentir.
e na cabeça cria-se um ramo de constelações
que difundem a loucura ao limiar da imaginação,
eriçando as mandíbulas que usam os filamentos do calçado
como se um bordado em lãs de mármore não fosse um luxo.

pelo caminho iluminam-se os traços da memoria
que combatem furiosamente as metástases da escuridão,
na ofuscante balística dos dedos projectados.
mas a autonomia é curta e a cura é uma demência pontuada
por um utensílio cónico descompassado.

nem a lógica clarifica o delito da ausência de poros
capazes de captar a linha voltaica adscrita ao arrebatar do som.
também nos cilindros impera o mutismo da ferida ressacada.

é então que surge a dúvida: é dia de teste?

todo o universo craniano se revolve, arremessado,
ao sabor dos espasmos dos neurónios surpreendidos:
ah, a fabula animal é uma elegância!
e o instinto é subjugado pela emoção aromática das feramonas,
iludindo o contacto intra-espécie da excitação.

desprezar a capacidade química não é aconselhável.
qualquer estereotipo revelar-se-á inadequado.
no momento da rebelião, só a água acalmará as sinapses
revigorando os influxos que fazem as pontes das margens rachadas.

pode até ser que as membranas se desconectem de propósito.
porém, sentidos que se enclaustrem abrem novas portas
onde a propagação perdura enleio espontaneamente desencadeado,
nos contornos dos estímulos paliativos.

os dedos já o haviam experimentado.
só agora o nervo preguiçoso reage, socorrendo-se da velocidade do pensamento.
mas a combustão degrada a personalidade alimentado a cinza do cérebro.
eis porque a massa cinzenta é um organismo semi-vivo
– gerador de cosmogonias alternativas que decoram o ser conceptual –
que involuntariamente propicia a perdição.

a impotência da possibilidade não é ilusão!
a dúvida entrincheirou-se. todas as tentativas serão frágeis.

excepto para as vastidões inexploradas da paranóia.


Relações


Cd Art (700+ faves), originally uploaded by Boab24.
 

U2
Aviação                    Música
Culto

 

Pop
    Arte                  Warhol
Museu

 

in Aforismos e Reflexões Poéticas


Reconhecimento

espelhos-a

O subjectivo é-o até ao reconhecimento!

Pelo próprio, apenas aprofunda a consciência.

Pelo outro, afecta a substância.


Renascer

 

o tempo,
sensorial e não só,
é uma dádiva porque provém do Ser e de ser existência.

talvez tudo derive da fonte hermética e todos os dias o universo se pense.
talvez a consciência (des)fragmentada na fluidez do movimento
aconteça no piscar dos sonhos,

onde somos água em evolução!


Opaco

~ The Outer Limits, originally uploaded by Mackeson.
 

Limites de duas
faces. Vêem-se de dentro e
de fora. Nada coincide.
Só os inversos das
perspectivas paralelamente
opostas, nos recônditos
refugios da ilusão.

Foram-se os momentos
perdidos. Resta a fronteira.

 

in Da Natureza e Afins


Diário

preenchi-o, em tempos idos.
nalguns dias o fiz.
noutros não, por serem vis.
mas todos os momentos foram vividos.

as páginas do diário!
nelas estão presas as linhas preenchidas
e o espaço branco de alguns dias.
fragmentos de um calendário.

o que nem aos espelhos confesso
são, nessas folhas, palavras despidas.
diálogos de amor e de ódio.

perdi-o numa viagem sem regresso.
dele restam memórias perdidas
e uns breves retratos de ócio.

 

in Pensamentos e Reflexões Poéticas


Existencialismos ?

Penso que penso que não penso.

Penso no grito. Meu! Mudo!

Penso que não existo só quando penso
porque existo quando não penso.
Penso que não importo
porque não importa o que penso.
Penso no sonho
porque sonho o que penso.
Penso que sou o que não sou
porque o que sou não penso.
Penso que conheço
porque desconheço o que penso.
Penso no que não digo
porque digo o que penso.
Penso no mundo
porque o mundo não é o que penso.

Penso que não penso o que penso.

Penso no que continua mudo.
A vida! O futuro!

Penso no que não ouso.

Viver?
Sobreviver!
Eis o que penso!

in Pensamentos e Reflexões Poéticas


Desafio

Foi-me pedido para seleccionar a quinta frase completa do livro que estivesse a ler.

“Mao used the party press in July to lambaste the American ambassador and thereby to awaken sympathetic Americans to the danger of Patrick Hurley’s reactionary line and to arrest any shift in American policy toward strong support of Chiang Kai-shek.”

The Genesis of Chinese Comunist Foreign Policy – Michael H. Hume

Este é o livro que estou actualmente a ler. Como não é «literário» (obrigações do doutoramento), acrescento uma segunda frase, esta já dentro da área que nos une.

“(…) Each day I begged them to talk with me, since I had come such a long way.”

Selected Poems – Rumi

Passo o desafio a todos aqueles que gostam de partilhar as leituras que fazem.


Liberdade

Sao Pedro 06, originally uploaded by vfswa.

A liberdade,
é um acto humano
de um estatuto divino.

Daí
que não seja uma perfeição.
Pois
quantas vezes não é regida pela emoção.

Mas Deus, Deus não é só razão.

Limites?
Apenas uma ténue delimitação.
Eu e tu,
uma difícil divisão.

Liberdade,
implica escolher, implica acção.
Traduz consequências,
e pede decisão.

Justas,
para nos elevarem acima da nossa condição.

in Deuses, Homens e o Universo


Regressões


VIOLIN, originally uploaded by Callocephalon Photography.

 

ecos bamboleiam no horizonte.

murmúrios,
as breves vibrações em crescendo
que avançam do que foi
e procuram o que sou.

espirais de lava descaem aos céus,
flutuando em ondas de escuridão.

e nos sussurros vislumbrados,
por todo o espaço
e interlúdios do acontecido,
curva a melancolia do templo.

toda a fecundidade passou,
bafejando bálsamos suspensos.

e nas cornucópias ressequidas
ou nas grutas de cirros relampejantes
qualquer brado é mudo.

só nas cordas
se lamentam os violinos
e os ilesos fragmentos da solidão.

estremeço!
o meu corpo é muralha.

tardia confissão.
suspiro no profundo

e na vã cupidez de tentar evoluir!

 

in Da Natureza e Afins


Não há atalhos!

(re)Union, originally uploaded by vfswa

 

          Sopros nas cascatas do mar
          entreabrem tímidas passagens
          para a união dos pontos cardeais,
          onde flamas assinalam o regresso.

Não há atalhos! Na vida. No amor.
Nos momentos.
          E os portais
          não duram para sempre.
          São instantes mágicos que
          não voltam se não atravessados.
          As hesitações são perniciosas
          à alma do caminho!

          Amargo ou adocicado?

          Não há razão para tal, pois
          toda a lógica é desconhecida.
          Tudo advêm do impulso, do peso
          no vazio, no ricochete do profundo.

Não há atalhos! Na altivez. No ócio.
Nas escolhas.
          É a cruz dos imortais.
          Belo truque. Somos nós que as
          carregamos! Nas promessas que
          fazemos, a certeza submerge o
          eu, dilui o homem, incrementa
          o magenta.

          A fantasia implode.
          E os átrios contraem.

Não há atalhos!
          Nem nas lágrimas
          que vertem dos beirais.

in da Natureza e Afins

 


Recomeço


Sky Blue Sky, originally uploaded by supernova9.

 

um dia destes temos que nos encontrar.

não questiones!
pode ser para nada de especial.
ou apenas para conversar.
porque não para pensar pensamentos?

quantas origens não há nas nuvens?


Quanto tempo, quanto amor?

 

Tantos anos passados!
Quantos dias,
por vezes contados?

E segundos?
Quantos não foram amarfanhados,
quantos não se revelaram mundos?

Quantos meses afastados?
Quantas horas de desentendimentos?
Sabes quanto tempo ao certo?

Quanta vida
não teria conhecido
se a ti não estivesse unido?

E momentos?
Quantos teria desperdiçado
se a ti não estivesse ligado?

Quanto encanto,
foi por nós descoberto?
Quanta dor,
infligida e sentida?

No entanto,
ainda agora te quero
com o mesmo fulgor.

Quanto tempo,
desejamos para amar?
Quanto amor,
suspiramos, ainda, desvendar?

 

in 30 Mensagens de Amor e Uma Recordação


Rebanho

Não sou guardador de sonhos!
[Nem Constantino!]
Mas gosto deles.

E deles cuido como se fosse pastor.

in Pensamentos e Reflexões Poéticas


Exemplo

homem. normal. banal.

existo aqui,
no mundo da fragilidade.
onde um herói é desfeito
e um vilão satisfeito.

vivo neste meio.
e, nesta realidade,
confesso que o meu maior receio
é ser um exemplo.

não importa para quem!
não desejo dar a ninguém
semelhante fatalidade.

nenhum templo
quero ser.
a pedestal
algum intento ascender.

o bem – pouco – tenho feito.

sou homem!
como tal,
não sou perfeito.

mas se – para alguém – exemplo for,
espero causar pouca dor.

in Espelhos e Outras Faces


Ou Apenas um Sonho

O desejo pediu.

Apareceste como um encanto,
neste Inverno,
doce brisa.

Com esse teu manto
quente e suave
protegeste-me.

Uma noite terna
e tranquila
ofereceste-me,
pois, com essa aragem de Verão,
o frio fugiu.

A solidão também partiu.

Breve vieste,
fugaz partiste.

De ti, pouco ficou.
Mas o mundo mudou!

Terás sido ou existido?

Foste imaginação
ou apenas um sonho
num anseio do coração?

in √81 = IX ?


Apoio

Sofrias!
A dor era visível!
Anos passaram
e ainda sofrias.
Foi por estes dias
que a tua mãe morreu.

Lágrimas no teu rosto nasciam!
Lágrimas,
que para o meu coração,
vertiam.

E eu,
perante o que via,
sabia
nada poder fazer,
nada saber dizer,
nem como te aliviar.
Disso tenho noção!

Mas,
se quiseres,
posso ouvir.
Ou, apenas, os teus cabelos afagar.

Queres,
se for possível,
comigo repartir?

Queres ensinar-me
o que sentir?

in √81 = IX ?


Constância

O que os Outros dizem,

 
                                               ou pensam [sobre nós],
 

                                                                                                     não nos define!

in Pensamentos e Reflexões Poéticas


Evidência

Na base do CONHECIMENTO

está o ERRO.

 

in Aforismos e Reflexões [Poética]


Meditação sobre a Morte / Meditation on Death (IV)


Storm, originally uploaded by risquillo.

.

Quando uma vida acaba, a dor é inevitável.
No entanto,
as lágrimas são o orvalho do futuro e a lembrança é o sal da vida.

Embora um pouco mais sozinhos, continuaremos.
É assim que homenageamos os mortos e nos unimos mais aos vivos.

Não há morte. Apenas memórias!

O amor manterá o calor da presença,
dentro e entre nós.

When a life ends, grief is inevitable.
Yet,
tears are the dew of the future and remembrance is the salt of life.

Although a little more alone, we will continue.
This is how we honor the dead and unite ourselves more with the living.

There is no death. Only memories!

Love will maintain the warmth of their presence
within and amongst us.

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