en_CRUZ_ilhadas

Crossroad

.

a obliquidade do olhar apaga-se.

no i_manifestado dos cruzamentos
os celeiros são amarelos!

e no acontecer
do deserto branco de coral,
trocam-se flores nos tabuleiros xadrezes.

só as torres de ébano tocam o Céu!

 .

in Interlúdios da Certeza

12 responses

  1. eu toco também🙂

    Fevereiro 1, 2010 às 01:33

  2. O trocar de flores nos tabuleiros xadrezes, preparam preparam as torres de ébano para tocar o ceu, após o apagar oblíquo do olhar.

    Belíssimo Vicente!

    Beijos

    Mirse

    Fevereiro 1, 2010 às 07:23

  3. Tessa

    “… deserto branco de coral …”

    Tão bonito! Como sempre.

    Fevereiro 1, 2010 às 10:59

  4. TV

    “só as torres de ébano tocam o Céu!”

    Este é um dos meus poemas preferidos do seu livro.

    É bom retornar ao do Inatingível.

    Beijos

    Teresa

    Fevereiro 1, 2010 às 11:05

  5. a página, seja de papel, seja de word, é sempre um deserto branco à espera dos corais. um grande beijinho, vicente*

    Fevereiro 1, 2010 às 18:23

  6. um dia construiremos cidades por dentro dos lagos.
    então dir-nos-emos numa boca de luz

    ______

    e uma mão de azul

    Fevereiro 1, 2010 às 22:35

  7. Belíssimo poema, Vicente.

    Estava em falta com a apreciação de suas escritas, muito embora saiba que aqui sempre bebo (e beberei) de boa poesia.

    Um forte abraço,
    H.F.

    Fevereiro 3, 2010 às 02:52

  8. Parabéns pelo magnífico espaço onde a poesia combina com a tela plenas de criatividade e de beleza.
    Abraço

    Fevereiro 6, 2010 às 07:52

  9. Visão em horizonte.

    Belo poema!

    Paulo

    Fevereiro 8, 2010 às 14:46

  10. e esta senhora esteve ontem na conferência🙂 beijinhos, vicente*

    Fevereiro 12, 2010 às 21:53

  11. Maria Antónia Moreira Anacleto Pereira Leite

    Eu quero também tocar o Céu azul. Quero ser uma árvore viçosa, muito verde, enorme como uma torre, para tocar no Céu.
    Um abraço Vicente pelo poema. É tão bom ler o que escreves… Que fascínio…

    Setembro 20, 2010 às 22:24

  12. Pingback: O Bosão do João | do Inatingível e outros Cosmos

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