Meditação sobre a Morte (III)

 

O Eu
e o meu Eu,
findam com a morte.

Deles,
apenas fica a lembrança
que por si também é efémera.

Se os outros não recordarem,
até o reconhecimento do meu Eu,
                                                                        cessará!

 

in Metafísica [Poética]

7 responses

  1. O Metafísica [Poética] é um livro que vai perdurar no tempo.
    E este é um dos poemas mais intensos do livro.

    Paulo

    Janeiro 12, 2010 às 21:27

  2. somos
    memória
    do que fomos…
    seremos
    memória
    do que somos…
    e quando seremos?

    Abraço.

    PAZ E LUZ

    Janeiro 14, 2010 às 00:37

  3. Tudo é tão efémero, tão frágil, que é quase inútil programar na nossa mente a memória dos sentidos…
    Gostei do poema. Um beijo.

    Janeiro 14, 2010 às 15:03

  4. Intenso poema, fala-me profundamente com poucas palavras.
    Parabéns querido poeta.
    Até mais ver.
    Beijos, da sempre sua admiradora cá do Brasil,
    Maria Madalena

    Janeiro 21, 2010 às 11:06

  5. eu Sou Sempre!

    grande abraço
    jorge

    Janeiro 29, 2010 às 01:48

  6. Vicente!

    Profundo…Intenso…Verdadeiro!

    O poema conseguiu a plenitude do SER.

    Beijos

    Mirse

    Janeiro 31, 2010 às 23:56

  7. Maria Antónia Moreira Anacleto Pereira Leite

    Nunca cessará o reconhecimento do teu Eu. Tu és bom, amigo, sensível, desinteressado. ´
    És perfeito Vicente e o teu Eu nunca será indelével.

    Julho 31, 2010 às 22:32

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