Encruzilhada(s)

Minotauros persistem nas sombras
independentemente das escolhas
e dos desvios nos trilhos.
O novelo de lã não é suficiente
para as hesitações, em vida.
Intrínsecas!
Que Cronos observa.

De nada valem as súplicas.

O silêncio da resposta é ensurdecedor.
Assoma as dúvidas e devolve-nos
à evasão da partida. 
Mas a linha já foi consumida.
Pelo castigo do enliço!

De nada valem as súplicas. Por
isso as entoamos.

Somos labirinto movediço.

 

in Da Natureza e Afins

6 responses

  1. tão movediço que até nos enredamos
    nas urdiduras do amor

    .
    um beijo

    Fevereiro 5, 2009 às 12:56

  2. EF

    Somos labrinto e criamos minotauros.

    Cumprimentos
    EF

    Fevereiro 5, 2009 às 16:03

  3. O labirinto: a via por um fio…
    Um abraço.

    Fevereiro 6, 2009 às 11:02

  4. Não estou de acordo com o fim
    As súplicas são atendidas, muitas vezes não estamos com atenção para as percebermos
    Mas sim, somos labirinto movediço, pelas dúvidas, por sermos desatentos, por querermos algo que não é para nós, por não suplicarmos crendo.

    beijinho

    Fevereiro 6, 2009 às 16:42

  5. nuca saberemos o caminho certo. e não há fio suficiente para nos guiar neste labirinto.
    excelente, o poema. beijo

    Fevereiro 7, 2009 às 18:50

  6. Quantas encruzilhas?
    Quantas areias a percorrer?

    Obrigado
    Daniel

    Fevereiro 15, 2009 às 16:22

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