Auto-Retrato

a abstracção reflecte o nada.

[do nada – berço da criação – nasce a obra.]

 

ao nada desejo pertencer
para no campo da imaginação me perder
e no todo também ser.

 

in Espelhos e Outras Faces

6 responses

  1. Magnifica descriçâo.
    Adequada ao que aqui se pode ler.

    Junho 18, 2008 às 12:57

  2. “Ao nada desejo pertencer”

    Ao Nada que é Tudo.

    O seu cantar encanta-me.

    Novembro 5, 2008 às 16:53

  3. “O poeta não recua diante de um gesto cósmico”… diz Bachelard.

    Seu poema, Vicente, demonstra essa possibilidade metafísica.

    Parabéns.

    H.F.

    Novembro 14, 2008 às 01:58

  4. Obrigada pela mensagem, Vicente. Sinta-se á vontade para criar o link com o Inscrições.
    Sucesso para você e seu blog.

    Novembro 14, 2008 às 04:20

  5. Um nada que tudo é.

    Novembro 14, 2008 às 15:36

  6. Criação em abstracção.

    Belo poema!
    Diogo

    Fevereiro 10, 2009 às 21:18

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