Sentires


Let It Flow, originally uploaded by Philippe Sainte-Laudy.

 

as imensidões são
pertença do zénite alaranjado.
ou dos cristais rendidos.

no ondular do tempo azul,
estandartes de marfim alam na independência
das cascatas em pulsares.

todo o pretender se inclina.
nestas lágrimas, molda-se a alma do sentir.

e expressa-se o rio do coração!

 

 

(águas onde flui a essência)

10 responses

  1. Susana Moraes

    Me entrego a estes sentires.

    Outubro 31, 2008 às 00:34

  2. Águas de vidas agradecidas

    Outubro 31, 2008 às 01:30

  3. “(águas onde flui a essência)”

    A essência anímica de/do ser.

    Careço garimpar as palavras, para não cometer o erro de limitar a infinita vastidão conotativa e -a que mais me toca- perceptiva que há nos teus escritos. Tampouco quero restringi-lo como poeta.

    Tu és a Poesia encarnada na pele e no osso.

    Outubro 31, 2008 às 21:48

  4. Olá Vicente.

    Estou encantada com o seu espaço e, sobretudo, com a profundidade filosófica de suas linhas.

    Arte e conhecimento se fundem aqui. Parabéns por suas escritas.

    Saudações poéticas,
    Hercília Fernandes.

    Novembro 2, 2008 às 19:49

  5. A empareceirar uma poesia como a que aqui leio, é para mim gratificante o seu pedido.
    Também agradeço a ligação ao meu blog e que me informe, pode passar-me desapercebido.
    Um forte abraço

    Novembro 2, 2008 às 23:09

  6. águas que tiram sede de cor

    Novembro 3, 2008 às 18:19

  7. Poesia culta, lírica e rica em imagens que tocantes. Maravilha, Vicente

    Novembro 4, 2008 às 05:15

  8. Olá, amigo!

    Passei uma viste olhos pelo seu blog e francamente gostei.

    Quanto ao link, isso é sempre benvindo.

    Um forte abraço.

    Novembro 11, 2008 às 02:02

  9. Tiago Lopes

    E sente-se a expressão destes sentires.

    Janeiro 24, 2009 às 22:55

  10. Conceiçao Carvalho

    …molda-se a alma do sentir.
    e expressa-se o rio do coração!

    Adorável a sua escrita… não só como escreve, mas pelo que escreve…
    As suas palavras, como que um grito de alma, clamam pelo meu sentir… e como eu as sinto… São de uma beleza impar!

    Fevereiro 24, 2011 às 22:18

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