Maldivas

Olhuvelli wsea 2007, originally uploaded by vfswa.

Turquesa!
Azul!
Verde!
Branco!

Na paleta viva,
até o calor é submisso:
Um ameno alaranjado

Submerges no paraíso das cores.
E na transição,
os corais aguardam.

O éden é água e terra!

Na fronteira das horas,
no ponto iluminado,
o guardião aparece.

Deslizando majestosamente,
uma raia acena.

Respondemos respeitosamente.
Já inteiramente rendidos
às saudades que não compreendíamos
mas que ainda hoje transportamos
e recordamos.

O reino do azul é esplendor presente em nós,
águas da memória purificada.

in Geografia e outras Circunstâncias


Olhuvelli west beach 2007, originally uploaded by vfswa.

5 responses

  1. Um brinde a todos os azuis de que o mar é feito. “O éden é água e terra!” Linda pintura.

    PAZ e LUZ

    Julho 16, 2008 às 02:14


  2. vieste um pouco antes dos espelhos
    e ainda a espada da luz crescia à sombra do meio-dia

    mariah

    Julho 16, 2008 às 20:45

  3. eu pinto-me de azul, sempre! As maldivas, agora davam jeito neste calor

    Julho 22, 2008 às 17:01

  4. Lobi_zomem de Cedofeita

    Meninas, atentem no seguinte (conselho de amigo!)
    Este homem é capaz de tudo.
    Muda a agulha da política para o cosmos, passando pela física pura e abstracta e depois presenteia-nos com estas valsas em fundo de azul e mar, com cheiros intensos a canela e pimenta, inspirado com toda a certeza naquela Musa – seu refúgio, por quem se afoga em cada poema que dedicadamente lhe tem colocado aos pés…

    Por isso vos digo – o mérito e a magia também são dEla.
    Parabéns aos dois.
    Espero bem que esse esporo, agora semente, dê fruto com sabores tais… – límpidos como os olhos dela e brilhantes como a mente dele!
    Perdoem-me senhores que um ladrilhador, a melhor não é obrigado…

    Julho 25, 2008 às 10:11

  5. ladrilhador de Cedofeita

    Perdoai-me senhores pois em cada lobo , em cada homem, podem coexistir um Alfa, um Assurancetourix amarrado.
    Eu ladrilho. Sim, faço-o com o gosto das coisas simples, o prazer retirado do quase nada em justo equilíbrio com os que almejam o quase tudo. É assim a natureza do Homem.
    Uma das coisas nobres do Homem, mais do estar, ser ou existir, é saber estar, saber ser e conseguir olhar de frente, olhar em frente e dominar os medos.
    Esse senhor que partilha connosco os poemas que dedicou à sua musa, é – por entre virtudes e defeitos e para além de tudo, um – homem de coragem.
    Por isso o ladrilhador com as ferramentas que tem, diz por linhas toscas o que lhe vai passando acima dos nós dos dedos e dos calos da alma.

    Julho 25, 2008 às 10:40

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