Cada incursão ao desconhecido
é um passo no sentido
da mortalidade
e de nada ser na humanidade.

O atrevimento constante
leva-nos à nossa exiguidade
e impele-nos a persistir
na procura do pleno.

E o que nasce singular
deve tornar-se conexo.
Porque só realmente somos
quando somos solitários com outros.

Entidade exponencial?

Sim!
A plenitude alcança-se
quando submergidos na confluência
destes vastos universos de sensuais sensações.

A Luz do poema,      ou
Ao fundo do jardim,      ou
O mar atinge-nos,      ou
A luz do voo.      Ou …

Muitos mais há.
E que belos são!

Mas estes crescem em mim.

3 Respostas to “RetribuiR”

  1. mariah Says:

    pela parte que me cabe,
    não me posso calar.

    vastas mãos as suas.

    Grata,

    mariah

  2. Mïr Says:

    Pelo gesto imenso.

    Obrigada!

    Mïr


  3. Estive por aqui “pescando” algumas coisas para a comunidade Biografia e Poesia Portuguesa. Não só copiei, mas li tudo. E amei TUDO. Parabéns, grande poeta”

    Abraços.

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