Cada incursão ao desconhecido
é um passo no sentido
da mortalidade
e de nada ser na humanidade.
O atrevimento constante
leva-nos à nossa exiguidade
e impele-nos a persistir
na procura do pleno.
E o que nasce singular
deve tornar-se conexo.
Porque só realmente somos
quando somos solitários com outros.
Entidade exponencial?
Sim!
A plenitude alcança-se
quando submergidos na confluência
destes vastos universos de sensuais sensações.
A Luz do poema, ou
Ao fundo do jardim, ou
O mar atinge-nos, ou
A luz do voo. Ou …
Muitos mais há.
E que belos são!
Mas estes crescem em mim.


















Atribuído por: JúliaML
Atribuído por: Maria Toscano
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Atribuído por: Clara luz do meu pensar
Atribuído por: Umbigo do Sonho

Maio 29, 2008 at 21:23
pela parte que me cabe,
não me posso calar.
vastas mãos as suas.
Grata,
mariah
Maio 30, 2008 at 09:14
Pelo gesto imenso.
Obrigada!
Mïr
Julho 31, 2009 at 21:30
Estive por aqui “pescando” algumas coisas para a comunidade Biografia e Poesia Portuguesa. Não só copiei, mas li tudo. E amei TUDO. Parabéns, grande poeta”
Abraços.