a face de Deus!
ou corpos que se enrolam no chamar.
leves jóias nos pincéis.
reimpressões dispersas em mel,
crinas amarelas nos corcéis.
desintegro-me na densidade do pleno.
qual breve instante consubstanciado,
no tempo atroz das dúvidas persistentes.
e contemplo a dança viva da cores
na magnitude da desordem criada.
sou submisso do prazer!
no encantamento das flautas douradas.
Shimmering Substance,
liberdade reunida em essência.
*** *** *** *** ***
the face of God!
or bodies that roll in summon.
concise jewels in the brushes.
dispersed reprintings in honey.
yellow locks in the steeds.
I disintegrate myself in the density of the whole.
as a brief consubstantiate instant,
in the atrocious time of the persistent doubts.
and I contemplate the living dance of the colors
in the magnitude of the created chaos.
I am a servant of pleasure!
in the charm of the golden flutes.
Shimmering Substance,
freedom congregated in essence.
in Odes & Homenagens

Agosto 29, 2008 at 02:03
Interessante homenagem a Pollock. Principalmente “a face de Deus”, sendo um artista que retratou a organização do caos em complexa matemática.
PAZ e LUZ
Setembro 8, 2008 at 17:18
O amarelo faz uma face.
Boa escolha a sua.
Junho 21, 2009 at 13:33
Uma bela homenagem a Pollock com um poema intenso. “contemplo a dança viva da cores
na magnitude da desordem criada”. Conseguimos também contemplar através das palavras e da imagem.
Beijos.
Junho 21, 2009 at 18:16
desintegração na unidade do pleno.perfeito como homenagem a Pollock.
beijos
Junho 21, 2009 at 23:23
no encantamento das palavras e sensações!
Isabel
Junho 23, 2009 at 11:57
sou grande apreciadora da “desordem criada” por pollock
e gostei de ler o seu poema! bonita e merecida homenagem… um beijinho.
Junho 25, 2009 at 01:39
“leves jóias nos pincéis”
Gostei muito disso!
Junho 25, 2009 at 23:05
Repito
a bela desordem de cores
nos jardins
Junho 26, 2009 at 17:22
Belíssima homenagem ao Pollock!
Deus inspira os seres cultos como você, e usa Sua voz na inspiração de belos poemas como este. Para que lembremos sempre que a arte da criação é e será sempre a maior.
Parabéns, grande poeta!
Beijos
PAZ
Mirse