um manto profundo envolve o pulsar
que anima o centro nu da essência.
talvez a tremura seja um arquejar da mudança
que tece a malha quântica?
mas os olhos das estrelas é génese das pérolas azuis.
nós?
universos em silêncio,
somos o fundir dos corpos astrais
na contemplação do esquecimento.

Junho 9, 2009 at 11:50
…dessa malha quântica da luz em movimento!
Gostei muito.
Um abraço
Junho 9, 2009 at 16:48
a minha dúvida é simples..será o esquecimento que nos contempla, ou nós que o contemplamos a ele
dizer-te também do meu livro…In-finitos sentires que vão ser desenhados em papel. O lançamento é no próximo dia 27 de Junho, às 16 horas na Biblioteca de Valongo (Porto)…aparece se puderes
beijo
Junho 9, 2009 at 17:33
“nós?
universos em silêncio”
Verdade…
Abraço!
Junho 9, 2009 at 20:50
Vicente!
Quanta beleza existe na contemplaçao silenciosa desse poema, e no entanto:
“um manto profundo envolve o pulsar
que anima o centro nu da essência.”
Há no silêncio um pulsar que na sua elegância poética nos dispõe o olhar.
Brilhante!
Parabéns Vicente!
Beijos
Mirse
Junho 9, 2009 at 22:12
porque é que eu não percebo nada de física quântica e outros com ela tecem poemas ,explicas.me?
.
um beijo
Junho 12, 2009 at 22:33
“um manto profundo (…) na contemplação do esquecimento”
Belo!
Junho 13, 2009 at 09:56
somos nós a inquietação do universo
a nossa contemplação é vaga
como o é o nosso silêncio
o nosso esquecimento é selectivo
como o é a nossa capacidade de mudança
estamos tão longe da iluminação
um beijo, vicente