lágrimas,
no oceano da humanidade,
moldam ondas sensoriais
em ventos de luz.
diáfanos plasmas fluem
nos alicerces do centro do ser
palavras inaudíveis,
são beijos trocados
na ternura do permanecer.
mera intermitência,
entrego-me,
incondicionalmente,
à tua pertença.
Mulher!
Mãe!
Futuro!
in √81 = IX ?
Maio 21, 2009 at 18:59
Passei pra te ler e deixo um abraço, Vicente.
Abração
Maio 22, 2009 at 15:35
um belíssimo HINO à MULHER
.
um beijo
Maio 22, 2009 at 16:12
Mulher, mãe e futuro… Sim!
Belíssimo!
Beijo
Maio 22, 2009 at 19:13
o cerne no feminino
beijo
luísa
Maio 23, 2009 at 21:26
Que linda entrega!
Eduarda
Maio 24, 2009 at 12:15
essência do feminino. num poema muito belo.
beijo
Maio 24, 2009 at 12:28
tenho acompanhado o do Inatingível e outros Cosmos através do reader, silenciosamente. mas como o vicente me deu o grato prazer da sua visita n’a tradução, deixo também aqui uma palavra e o meu bem haja. um grande beijinho.
Maio 25, 2009 at 14:07
Lágrimas em ventos de luz. Femininamente…
Um abraço.
Maio 25, 2009 at 15:38
“na ternura do permanecer” há sempre a figura de mulher. Bela homenagem, Vicente.
Um abraço.
Maio 25, 2009 at 18:10
Bela homenagem.
Gostei de conhecer a sua poesia.
Maio 25, 2009 at 18:47
Através da Graça Pires aqui venho.
Gosto desta quietude.
Maio 25, 2009 at 20:31
uterino,
beijo s
~
Maio 27, 2009 at 14:18
Te vi no blog da Graça Pires e senti saudade de seu espaço tão rico.
Preciso vir aqui mais vezes!
Parabéns!
Taninha
Junho 2, 2009 at 01:50
Lindo, Vicente!
Destaquei a parte que mais me atingiu:
palavras inaudíveis,
são beijos trocados
na ternura do permanecer.
É a pura realidade, na voz de um poeta!
Parabéns, amigo!
Beijos
Mirse