a abstracção reflecte o nada.
[do nada - berço da criação - nasce a obra.]
ao nada desejo pertencer
para no campo da imaginação me perder
e no todo também ser.
in Espelhos e Outras Faces
Novembro 14, 2008
a abstracção reflecte o nada.
[do nada - berço da criação - nasce a obra.]
ao nada desejo pertencer
para no campo da imaginação me perder
e no todo também ser.
in Espelhos e Outras Faces
Junho 18, 2008 at 12:57
Magnifica descriçâo.
Adequada ao que aqui se pode ler.
Novembro 5, 2008 at 16:53
“Ao nada desejo pertencer”
Ao Nada que é Tudo.
O seu cantar encanta-me.
Novembro 14, 2008 at 01:58
“O poeta não recua diante de um gesto cósmico”… diz Bachelard.
Seu poema, Vicente, demonstra essa possibilidade metafísica.
Parabéns.
H.F.
Novembro 14, 2008 at 04:20
Obrigada pela mensagem, Vicente. Sinta-se á vontade para criar o link com o Inscrições.
Sucesso para você e seu blog.
Novembro 14, 2008 at 15:36
Um nada que tudo é.
Fevereiro 10, 2009 at 21:18
Criação em abstracção.
Belo poema!
Diogo