cristais em diferentes sabores.
lápis-lazúli.
ametistas.
algumas safiras.
no vale dos lençóis
corre o leito das águas.
todas as noites,
e também na razão,
há lágrimas para as utopias,
perfumes em baunilha azul.
Outubro 18, 2008
cristais em diferentes sabores.
lápis-lazúli.
ametistas.
algumas safiras.
no vale dos lençóis
corre o leito das águas.
todas as noites,
e também na razão,
há lágrimas para as utopias,
perfumes em baunilha azul.
Outubro 18, 2008 at 15:49
Uma joia em sabores cristalizados.
Há noites assim!
Outubro 19, 2008 at 17:16
na paleta das cores o azul impõe.se
como se a noite se pudesse pintar de outra cor
entre
o rasgo do poeta
.
um beijo
gabriela rocha martins
Outubro 20, 2008 at 01:13
adorei este,colega:)
um abraço
Outubro 20, 2008 at 12:23
Um azul obsessivo. Todas as noites. Todas as madrugada. Um abraço.
Outubro 20, 2008 at 16:49
nestas cores se escrevem letras
Outubro 20, 2008 at 21:12
Perfumes em baunilha azul é uma imagem maravilhosa!
Outubro 22, 2008 at 19:09
Também ele, o poema, é água-marinha puríssima,
Júlia
Dezembro 2, 2008 at 19:54
“todas as noites … perfumes em baunilha azul”