dançam os tons das eras nos espasmos da criação.
instantes únicos fazem o colectivo do tempo.
nem os receios da génese se afastam!
quanta beleza há no caos?
Outubro 6, 2008
dançam os tons das eras nos espasmos da criação.
instantes únicos fazem o colectivo do tempo.
nem os receios da génese se afastam!
quanta beleza há no caos?
Outubro 6, 2008 at 22:06
há bastante beleza e há ordem também, no caos
gostei do poema
Outubro 7, 2008 at 10:07
A beleza está por toda a parte. Basta apenas que os nossos olhos a saibam ver …
Beijito.
Outubro 7, 2008 at 12:58
VIDA.
Por falar em VIDA, lembrei-me de ‘CRIME E CASTIGO’.
Fica bem.
Outubro 7, 2008 at 17:12
fascinante
o VERBO
em chegada
curvo.me perante …
e deixo
.
um beijo
Outubro 7, 2008 at 17:14
ah! esqueci.me de dizer.lhe
- chegaram os seus livros – obrigada
- partem os meus -
.
um beijo
Outubro 7, 2008 at 20:40
Gostei de seu blog, voltarei aqui.
Obrigada por seu comentário.
Grande abraço.
Outubro 8, 2008 at 16:31
a beleza do depois
Outubro 8, 2008 at 17:06
A Água primordial pensada e tida como princípio organizador , o que flui como o tempo ….
cordialmente___________
JRMarto
Outubro 25, 2008 at 00:22
Digno para uma tela de Pollock.
E eu sei que o aprecia.
Novembro 13, 2008 at 00:33
Permito-me utilizar uma frase que li num artigo seu:
“a mais pura expressão de liberdade apenas é possível no caos …”