Riachos derivam puros
elaborando a arquitectura de ser
cadência,
na fluência do imenso
Nos eixos perpendiculares das chuvas
permanece o devir
humano
e as possibilidades
frivolamente rasgadas.
É nas nuvens que acalma o diálogo
verde azul de existir
e o nexo dos sonhos áureos
nos grãos intemporais.
Ocas utopias de intemperança!
Ruge o condão prateado do regresso
na melancolia cantada
pelo que não foi expirado.
E o caminho das luzes
remanesce
a constante a seguir
na abundância do que foi …
… e há-de vir.
Águas do conhecimento.
Ilusões cartesianas.
Entropia em espasmo.
Dialécticas de esperança.
Milagres de subsistência quotidiana.
in Interlúdios da Certeza
Julho 11, 2008 at 3:45 pm
riachos que claream a luz e nos fazem renascer
Julho 24, 2008 at 4:52 pm
Quotidiano de ser,
subsistir no quotidiano.
Milagres …