Da união
entre a tinta e o papel,
nascem os traços.
Desunidos ao início,
são pelos sentimentos do coração
entrelaçados.
Unidos,
revelam o ser
e sustentam o crer.
Na união entre a tinta e o papel,
o poema é vida
na mais incerta certeza de ser conseguida.
in Espelhos e outras Faces
Junho 22, 2008 at 11:55
Conseguir ter a vida entre as mãos não será deixar de viver?
Na tentativa da união vive-se.
Há os que não tentam e passam na vida sem viver.
Fantástica forma de “definir” um poema.
Serenos sorrisos
Setembro 24, 2008 at 23:06
Seja benvindo! São lindos os seus poemas.
Um abraço
Maria
Setembro 20, 2009 at 10:44
Absorvida!