Sofrias!
A dor era visível!
Anos passaram
e ainda sofrias.
Foi por estes dias
que a tua mãe morreu.
Lágrimas no teu rosto nasciam!
Lágrimas,
que para o meu coração,
vertiam.
E eu,
perante o que via,
sabia
nada poder fazer,
nada saber dizer,
nem como te aliviar.
Disso tenho noção!
Mas,
se quiseres,
posso ouvir.
Ou, apenas, os teus cabelos afagar.
Queres,
se for possível,
comigo repartir?
Queres ensinar-me
o que sentir?
in √81 = IX ?
Junho 20, 2008 at 9:42 am
Doeu tanto ler este teu magnífico poema, mas só mesmo dum coração lindo é possivel brotar palavras tão cheias de amor.
Serenos sorrisos
Junho 20, 2008 at 9:56 pm
São asas a vida em teus olhos …
Belo .
mariah