Cortes inexistentes
proclamam avisos sonoros,
éditos de constância inócua:
tudo deve ser igual
porque a mudança é irreal.
e joga-se o germe na saliva
quando a campainha vibra.
estranho destino futuro,
a genética manipulada.
ainda somos primatas?
ou simples reflexo descondicionado?
in Da Natureza e Afins
Junho 18, 2008 at 12:51 pm
Ironias do progresso.
Bonito poema!
Junho 18, 2008 at 2:29 pm
…talvez uma mutação inacabada…
Serenos sorrisos