São toques de sensualidade,
acrescentados. Esvoaçam no
tempo do beija-flor.
Diferentes conjuntos do uno,
fragmentos do querer nos
lábios que se enrolam.
Se sou um contínuo, é
apenas nesses instantes que
me sinto absoluto.
Pode a eternidade alcançar
o infinito?
in Odes e Homenagens
Abril 30, 2009 at 22:51
Fico honrada com o poema, Vicente. Mesmo.
Um abraço grande,
Silvia