EM CADA PALAVRA UM POUCO DE SANGUE

“Quem se julga dono da viagem
navega no vazio – nem a todos cabe
ter por amante a água, a sua têmpera
lunar. Nem o silêncio carnal
das raparigas. Nem o brilho fugaz
das palavras.”

De Casimiro de Brito in Arte de Bem Morrer